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O racismo, infelizmente, ainda acontece na sociedade atual, seja de forma velada por meios de atitudes e piadas ou de forma mais explicita, prejudicando a vida a vida das pessoas.

É necessário que a sociedade tenha tratamentos igualitários para todos os cidadãos, independente da sua cor ou nacionalidade, por exemplo.

Para exemplificar e debater da melhor forma, no texto de hoje será discutido o racismo no trabalho, onde estão as diferenças que dificultam o tratamento igualitário.

Boa leitura!

O que é o racismo?

Este é um tipo de discriminação que pode ser feito tanto de forma indireta para o indivíduo, quanto de forma indireta, tendo como motivo a diferenças entre cor e etnia, por exemplo.

O preconceito advém de uma formação de opinião sem que haja algum conhecimento prévio sobre o assunto e sem que experiências sejam vividas. Por isso é tão importante e necessária a empatia, ou seja, colocar-se no lugar do outro antes de julgar.

Racismo no Brasil

Cada vez mais o racismo vem sendo exposto de diversas formas, seja ele em programas de televisão, através de show ou de piadas feitas com o intuito de constranger.

É possível encontrar o racismo na sociedade atual, basicamente em 3 formas mais conhecidas:

Preconceito e discriminação

Este tipo é um dos mais comuns, onde pessoas podem mostrar sua opinião através de atos de violência verbal e física, causando constrangimento, humilhação e em alguns casos prejuízos à saúde emocional e física da vítima.

Para pessoas que praticam estes atos devem responder judicialmente acordo com o que está determinado no código penal.

Racismo institucional

Este tipo de racismo é menos divulgado, porém ainda ocorre em empresas, sendo estas públicas ou privadas.

Um fato recente e infelizmente cada vez mais comum dessa forma de racismo, foram os casos onde policiais usaram sua autoridade e preconceito, para abordar violentamente pessoas pretas ou pardas, e em alguns casos isso terminou da pior forma, a morte da vítima. Estes atos geraram enorme repercussão e revolta dos familiares, que foram a rua lutar por justiça.

Racismo estrutural

Este tipo de racismo pode ser considerado o mais imperceptível, mas, ainda assim, tem efeitos negativos em quem é alvo, causando desconforto e indignação.

É possível notar o racismo estrutural em falas como “denegrir, criado mudo, mulata, pessoa de cor, cabelo ruim” entre outros termos. Onde, estas palavras já se tornaram tão comuns que grande parte da população não entende como termos racistas.

Desigualdade pelo preconceito

Um dos maiores sinais de desigualdade racial no Brasil é a indicativa de salários entre pessoas pretas e brancas.

Segundo o Huffpost Brasil, a média mensal de um funcionário branco chega a ser de R$ 2.796,00, pessoas pretas ou pardas chegam a uma média salarial de R$ 1.608,00.

Este cálculo reforça uma diferença de mais de 70% em relação ao salário que é ganho entre a população, causando assim uma forte segregação.

No mercado de trabalho

O IBGE mostrou no ano de 2018 que a população preta ou parda tinha, em média, 64% dos seus representantes sem ocupação e mais de 60% com a mão de obra subutilizada.

Pessoas pardas ou pretas gerenciam menos de 30% dos cargos no Brasil. É possível observar neste ponto que a dificuldade em entrar na universidade e terminar a graduação serem um grande agravante. 

Apenas em 2018 a população preta foi representada como mais da metade dos estudantes de universidades públicas no Brasil.

Renda

Que a distribuição de renda não é igualitária entre as pessoas não é uma novidade, mas quando se trata da população parda ou preta os níveis se tornam alarmantes.

Entre os 10% dos cidadãos mais ricos do Brasil, em média, apenas 27% são pretos, mostrando assim que o preconceito existe, tanto no mercado de trabalho quanto na movimentação da economia.

Estes pontos onde a discussão e reflexão é necessária para que o racismo no Brasil seja derrubado de uma vez por todas.

Racismo é crime, seja qual for a sua forma, e este deve ser penalizado de forma que, os seus praticantes entendam que a diversidade é normal e não torna as pessoas piores, mas falta de humanidade sim.

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